Opinião de Denilson Douglas - Tragédia em família na cidade do Carpina - 02/07/2014
Era à tarde. Mais ou menos 15h00
da tarde. Eu estava no trabalho quando ouvi falar de uma grande tragédia
familiar. Não acreditei. Custei a acreditar. O fato de hoje foi daquelas coisas que, embora sejam comuns em
dias de fúria que vivemos, nós teimamos em crer que não acontecem em nosso
lugar. Em nossa cidade, em nosso bairro. É... Mas aconteceu. Um homem, tomado
pelo descontrole emocional, mental, espiritual, sei lá que tipo de descontrole motivaria
um homem a praticar tal ato. Loucura? – Sim!
E das grandes. Um dia antes... Quase isso. Um vereador dizia que, bastava uma
briga, para algumas pessoas desejarem logo tirar a vida do outro. Banalidades,
traições, uma dívida vergonhosa de dois reais, dez reais... Lavar a honra. Que
honra? Há alguma honra em querer vingar-se, ceifando a vida de sua ex-sogra,
sua ex-mulher, os filhos que saíram do ventre dela? Os filhos que vieram do seu
próprio ser? – Em minha opinião, um homem que intenciona tal maldade, tem mesmo
é que assumir ou ser forçado assumir a sua loucura, os seus devaneios. Uma coisa
que ele fez de bem à sociedade: Tirou ele próprio a sua própria vida. Não que
eu defenda o suicídio como solução para as mazelas que afetam os seres humanos.
É que tais mentecaptos não são dignos de ocuparem algum espaço nessa doentia e
frágil sociedade pseudo-livre. Num país
aonde não existe prisão perpétua, presídios psiquiátricos não existem, pena de
morte, nem pensar, não ofendo a memória de ninguém, e que me perdoem a sua
família mas fez bem ele em retirar do mundo o lixo que tornou-se a sua própria
existência.
Falei!!!
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